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Avaliado no Brasil em 20 de agosto de 2020
O Peregrino é uma alegoria escrita por um pastor enquanto cumpria sua pena na cadeia – tendo como crime falar de Jesus Cristo aos moldes não convencionais para a igreja anglicana.
O livro todo é narrado por alguém (não sabemos se homem ou mulher) que estando a caminhar pelo deserto do mundo, encontrou uma cova e deitando-se para dormir, teve um sonho. Logo, trata-se do relato de um sonho em formato de alegoria. É uma narrativa simbólica e que necessita da leitura das notas de rodapé para termos pleno entendimento de quais mensagens o autor queria transmitir aos leitores.
Ao longo da história, Cristão – um dos peregrinos (principal personagem) se dá conta de que sua cidade (Cidade da Destruição) será exterminada, e de que precisa sair dali para salvar sua vida. Embora faça todo esforço para convencer sua esposa e quatro filhos a acompanha-lo, todos decidem por permanecerem onde estão.
Tido por tolo, louco e radical Cristão lança-se em sua peregrinação em busca da salvação. Alguns o xingam, riem e outros ainda o tentam arrastar de volta para sua casa. Entretanto, Cristão estava decidido, pois o entendimento de que tudo ali seria destruído lhe causava tanto pavor, que apenas a ideia de permanecer atormentava seu espírito.
E assim, com o coração apertado, mas a consciência tranquila, parte.
Leva consigo a Bíblia e um grande fardo pesado, o qual passou a reconhecer apenas depois de compreender que precisava chegar a cidade de Sião, ou cidade Celestial.
A primeira pessoa que encontra é Evangelista, o qual explica que pessoa alguma conseguiria retirar o fardo que Cristão levava nas costas. Ele necessitaria fazer uma longa peregrinação que seria deveras perigosa, e se tivesse ânimo e fé seu fardo seria retirado pela pessoa certa no momento adequado.
E assim o Peregrino segue. Ao longo de sua jornada teve dois homens que o acompanharam: Fiel e Esperançoso. Fiel foi morto por seus perseguidores ao longo do caminho, e Cristão e Esperançoso depois de muitos percalços, angústias, perseguições e também alguns momentos de paz, chegam até a cidade Celestial onde os portões são abertos e eles podem finalmente usufruir da glória dos céus.
Ao longo da história os três peregrinos interagem com aproximadamente cem personagens.
Cada nome de pessoa e nome de lugar significam algo no cristianismo e possuem um ensinamento ou uma exortação.
É sem dúvida uma alegoria que se lida por um cristão, imediatamente este notará a congruência sendo possível fazer os paralelos entre a história e sua vida – ou sua jornada na terra.
Lindo, singelo e complexo. Doce e amargo. Um livro que, sim, todo cristão deve ler – inclusive todo aquele que imagina ser um.
Um precioso clássico da literatura cristã.
Obs.: Um dos pontos altos desta edição são as notas de rodapé com as referências bíblicas utilizadas ou que serviram de inspiração para o autor.
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5,0 de 5 estrelas Precioso Clássico da Literatura Cristã
Por ANDREIA em 20 de agosto de 2020
O Peregrino é uma alegoria escrita por um pastor enquanto cumpria sua pena na cadeia – tendo como crime falar de Jesus Cristo aos moldes não convencionais para a igreja anglicana.
O livro todo é narrado por alguém (não sabemos se homem ou mulher) que estando a caminhar pelo deserto do mundo, encontrou uma cova e deitando-se para dormir, teve um sonho. Logo, trata-se do relato de um sonho em formato de alegoria. É uma narrativa simbólica e que necessita da leitura das notas de rodapé para termos pleno entendimento de quais mensagens o autor queria transmitir aos leitores.
Ao longo da história, Cristão – um dos peregrinos (principal personagem) se dá conta de que sua cidade (Cidade da Destruição) será exterminada, e de que precisa sair dali para salvar sua vida. Embora faça todo esforço para convencer sua esposa e quatro filhos a acompanha-lo, todos decidem por permanecerem onde estão.
Tido por tolo, louco e radical Cristão lança-se em sua peregrinação em busca da salvação. Alguns o xingam, riem e outros ainda o tentam arrastar de volta para sua casa. Entretanto, Cristão estava decidido, pois o entendimento de que tudo ali seria destruído lhe causava tanto pavor, que apenas a ideia de permanecer atormentava seu espírito.
E assim, com o coração apertado, mas a consciência tranquila, parte.
Leva consigo a Bíblia e um grande fardo pesado, o qual passou a reconhecer apenas depois de compreender que precisava chegar a cidade de Sião, ou cidade Celestial.
A primeira pessoa que encontra é Evangelista, o qual explica que pessoa alguma conseguiria retirar o fardo que Cristão levava nas costas. Ele necessitaria fazer uma longa peregrinação que seria deveras perigosa, e se tivesse ânimo e fé seu fardo seria retirado pela pessoa certa no momento adequado.
E assim o Peregrino segue. Ao longo de sua jornada teve dois homens que o acompanharam: Fiel e Esperançoso. Fiel foi morto por seus perseguidores ao longo do caminho, e Cristão e Esperançoso depois de muitos percalços, angústias, perseguições e também alguns momentos de paz, chegam até a cidade Celestial onde os portões são abertos e eles podem finalmente usufruir da glória dos céus.
Ao longo da história os três peregrinos interagem com aproximadamente cem personagens.
Cada nome de pessoa e nome de lugar significam algo no cristianismo e possuem um ensinamento ou uma exortação.
É sem dúvida uma alegoria que se lida por um cristão, imediatamente este notará a congruência sendo possível fazer os paralelos entre a história e sua vida – ou sua jornada na terra.
Lindo, singelo e complexo. Doce e amargo. Um livro que, sim, todo cristão deve ler – inclusive todo aquele que imagina ser um.
Um precioso clássico da literatura cristã.
Obs.: Um dos pontos altos desta edição são as notas de rodapé com as referências bíblicas utilizadas ou que serviram de inspiração para o autor.
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